Jul 22, 2022

Hello world!

Bem-vindas!!

Dia 21/07/2022 foi o dia em que eu pude conhecer essas duas princesas lindas: Alícia e Sophia.
Eu e sua mãe te amamos muuuuuito!


Jul 20, 2022

Último dia em dupla

Olá pessoal!

Malas prontas para receber as princesas: Alícia e Sophia.
Hoje somos dois, amanhã seremos quatro pessoas na mesma casa.
Sejam bem-vindas ao mundo!

Foi um surpresa saber que seriam duas, e particularmente, um sonho meu de muito tempo.
Deus, obrigado por tudo que tens feito em minha vida e na de minha família.
Eu e minha esposa estamos esperando o momento.

Que Deus continue nos abençoando a cada dia.

Atenciosamente,
Sergio H. Ferreira

Jun 29, 2022

Bebês a bordo

Sabia que um dia chegaria a hora.
Falta menos de um mês para que as minhas princesas venham a este mundo.

Eu e sua incrível mãe cuidaremos muito bem de vocês. 
Bem-vindas Alícia e Sophia.
Nós te amamos muito!

Oct 5, 2020

The Secret of the Second Moon

My first book is available on Amazon.

In Hopetown, a series of unexplained murders appears. The police hide that there are monsters attacking citizens. Rick Stanfield is a shy high school student, his life changes when he meets Kristen Schmidt. She came to the city to capture him for her boss because the boy would have a special power. Everything fails when she falls in love with Rick. She tries to keep him safe. However, Rick's friends are in danger when an enemy discovers Kristen's lie and threatens to reveal her secret.

Sep 24, 2020

The book series

 Hello!

I've created a history about supernatural beings. It's a horror/thriller novel.

I'll share it when I finish the edition. It's a history about werewolves and weretigers. Very interesting.



Jul 10, 2020

Biomédico Sergio H. Ferreira



Finalmente biomédico!

Gostaria de deixar minha homenagem a todos os envolvidos nesse projeto de vida. Minha família, amigos, supervisores e professores que trilharam comigo nesses 4 anos de muito esforço. Trabalhei os 4 anos durante o dia enquanto estudava a noite, muitas vezes chegava atrasado na aula por conta do trânsito. O meu pior período foi o segundo, tive duas baixas chegando a pensar em desistir. O terceiro me abriu os olhos e me fez acreditar em mim, minhas melhores notas foram nesse período. Desse em diante só foram notas boas e acima da média. O período mais corrido foi o oitavo com seu combo: Estágio pela manhã, trabalho à tarde, estudando à noite. TCC durante o tempo que tinha e ainda fui monitor de Imunologia Clínica que não é uma das mais fáceis. O resultado foi de muita alegria, ansiedade após cada prova. Espero fazer o melhor com eficiência onde quer que eu esteja exercendo minha profissão, seja numa sala de aula ou laboratório. Obrigado, Deus por tudo!
Agora já começou o próximo passo, pós-graduação. 
Fiquem comigo nesse blog que postarei novidades.

Que Deus abençoe a todos! Um abraço!

Jun 10, 2020

Fim de Curso

     Olá pessoal!

     Como vocês estão? Estou com 99,99% do curso concluído. Falta apenas a última prova do semestre (AV02).

     Confesso que ansiedade é grande mas em breve terei o meu tão esperado número do conselho regional (CRBM). Então será o momento que poderei trabalhar nessa área maravilhosa que eu escolhi estudar e que nunca irei parar.

     O trabalho de conclusão de curso (TCC) foi sobre o tratamento da anemia falciforme com a utilização de ventores virais em células-tronco hematopoiéticas. Quando estiver disponível na biblioteca virtual da faculdade irei compartilhar.

     Alguns dos meus posts sobre biomedicina compartilhei em meu site oficial. (Clique Aqui

      Minha sobrinha está no 3º período na mesma faculdade que eu fiz. Está incrivelmente apaixonada pela Biomedicina. Ela tem um perfil no Instagram que compartilha vários materiais e dicas de como estudar melhor (Clique Aqui).




Até a próxima!!

Feb 24, 2020

2020

Buenos!

Nesse ano compartilharei artigos, vídeos e também minhas canções de autoria própria.

Segue abaixo link para acessar meu acervo de composições:
CLIQUE AQUI
Nesse site há uma lista de todas letras disponíveis.
Para acessar as letras, na íntegra, clicar no link denominado: Click here to check it out.

Em breve postarei o link do meu novo site de notícias.
Ferreira Reports

Haverá publicação de matérias e artigos.


See you soon!



Nov 28, 2019

Estágio Curricular X Estágio Extracurricular

Qual a diferença entre estágio curricular e extra-curricular?
Recebo algum auxílio?
Conta como carga horária?

Essas perguntas serão respondidas nesse post.

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Primeiramente, em nosso curso há um estágio obrigatório para poder se formar.
Esse estágio é o curricular obrigatório, ou seja, é uma disciplina do curso. Por ser uma cadeira constante da grade curricular, tem o mesmo peso de uma disciplina normal, como hematologia, TCC, etc. 

Se você estuda numa instituição pública ou é bolsista em numa privada, não irá receber por fazer esse estágio, apenas vai cumprir a carga horária exigida. Entretanto se você paga mensalidades em seu curso, certamente estará pagando para fazer o estágio. Lembre-se que é uma disciplina da grade curricular como outra.

E o estágio extra-curricular? Essa modalidade é destinada a quem tem a oportunidade e aprender, na prática, em uma empresa, instituição pública, entre outros. É como um trabalho normal, você assina um contrato e faz o estágio por um tempo determinado. Esse não está ligado a grade curricular do curso. É um extra para seu currículo.

E o salário? Em estágios extra-curriculares é comum ter um bolsa pois lida com um contrato formal entre a empresa, agente de integração, o estudante e a faculdade. O valor varia conforme o empregador. Geralmente em instituições públicas são razoáveis ou em alguns casos (ou muitos, não sei dizer) voluntário. O vínculo com a instituição é o ponto chave para seu currículo, seja remunerado ou não. Em empresas privadas a maioria dos estágios extra-curriculares são remunerados (acredito que todas ou 95%).

Já quanto a carga horária, os curriculares sempre contam pois são parte da disciplina Estágio obrigatório. Para os extra-curriculares é importante consulta sua instituição de ensino para saber se aceita ou não seu estágio. Às vezes o local de estágio tem convênio com a faculdade, sendo possível utilizar as horas, em outros casos não são possíveis. Vale a pena consultar a coordenação de estágio de sua faculdade.

Espero que suas expectativas sobre essas perguntas tenham sido atendidas.
Até a próxima!







Fonte: 

Estágio Supervisionado - Portal do MEC - Legislação sobre o estágio curricular obrigatório
http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/pceb35_03.pdf

Lei do estágio - Encontrada no site de uma agência de integração empresa/escola
http://www.escolas.ciee.org.br/portal/empresas/documentos/noval_lei_de%20estagio.pdf

Imagem usada nesse post
https://labaltanalise.com/service/analises-clinicas

Jul 27, 2019

Meu estágio na Hemostasia

     Em 2018, de março à dezembro estive no setor de coagulação de uma hemocentro e hospital de hematologia referência do estado em que eu moro. Foi um estágio extracurricular. Aprendi bastante tanto com os técnicos (me passaram todo trabalho manual e realização da rotina laboratorial do setor) quanto com a analista clínica do setor (tivemos muitas conversas científicas em que discutíamos os métodos, as doenças, artigos científico). Agradeço também ao analista clínico da tarde que trabalha com o diagnóstico de hemofilia e das trombofilias, eu pude acompanha poucas vezes, mas produtivamente a rotina da tarde. 
     Os exames que realizamos por lá eram divididos em rotina e não rotina.

Rotina: Eram os exames realizados na hora em que chegavam as amostras.

Dosagem de fibrinogênio
TP - Tempo de protrombina
TTPA - Tempo de tromboplastina parcialmente ativada
TT - Tempo de trombina
DD - D-dímeros
Agregação plaquetária - haviam dois dias na semana que este exame era realizado.



Não rotina: Os que eram realizados posteriormente, esses eram guardados à 80º negativos.
(Vale ressaltar que alguns desses eram realizados em dias específicos pela manhã e os mais comuns sempre à tarde pois esse horário era totalmente dedicado para dosagens desses fatores)

Dosagem de fatores da coagulação: VIII e IX eram os mais comuns. Demais fatores: II, V, VII, X, XI, XII e XIII.
Inibidores de fatores VIII e IX.
Dosagens de protéinas: C e S.
Dosagem de Antitrombina
Anticoagulante lúpico - O teste Teste do Veneno de Víbora de Russel Diluído (TVVRD).
Dosagem do antígeno do fator de Von Willebrand
Atividade do fator de Von Willebrand

O exame que mais chamou minha atenção foi o diagnóstico da doença de Von Willebrand.
Dosagem de antígeno e da atividade do fator Von Willebrand, e também da agregação plaquetária.

Eletroforese de Proteínas Séricas

     É uma método de separação das proteínas plasmáticas em frações (bandas). Utiliza-se um meio sólido e uma carga elétrica aplicada para que essas proteínas percorram pelo meio. Ao fim, temos a separação das banda que podem ser medidas por um aparelho que fornecerá um gráfico onde podemos "identificar" algumas patologias pelo aumento ou diminuição dessas bandas.


(Um detalhe importante é que pode ser feito eletroforese de proteínas de outros materiais além do soro, porém os resultados obtidos são distintos e com outros objetivos a serem estudados)

     No soro temos as seguintes bandas:

Albumina
α1: alfa-1-globulina
α2: alfa-2-globulina
β: betaglobulina
γ: gamaglobulina


     É bastante útil nas investigações de gamopatias monoclonais, doenças linfoproliferativas, mieloma múltiplo, amiloidose e macroglobulinemia de Waldenström.

Para saber mais sobre cada doença a partir dos valores alterados de cada fração, sugiro que leio o artigo que está nas referências ao final do texto.

Abaixo temos o padrão eletroforético à esquerda e o resultado final expresso em um gráfico à direita.





Fonte: http://rmmg.org/artigo/detalhes/520 acessado em 27/07/2019.


Para o fechamento do exame precisamos do valor das proteínas totais (PT) pois é feito uma cálculo que dará a porcentagem de cada banda baseado no valor das PTs.

E também temos a relação albumina/globulinas ao dividirmos o valor da albumina pelas globulinas.

(Se você subtrair a albumina das proteínas totais encontrará o valor das globulinas para o cálculo) 


Valores de referência (lembrando que pode variar um pouco dependendo do laboratório):


Proteínas Totais: 6,4 a 8,3 g/dL


Albumina: 4,01 a 4,78 g/dL 55,8 a 66,1%

Alfa-1 Globulina: 0,22 a 0,41 g/dL 2,9 a 4,9 %

Alfa-2 Globulina: 0,58 a 0,92 g/dL 7,1 a 11,8%

Beta-1 Globulina: 0,36 a 0,52 g/dL 4,9 a 7,2 %

Beta-2 Globulina: 0,22 a 0,45 g/dL 3,1 a 6,1 %

Gama Globulina: 0,75 a 1,32 g/dL 11,1 a 18,8%


Relação Albumina/Globulinas: 0,80 a 2,20



Referências:

Artigo: http://rmmg.org/artigo/detalhes/520  acessado em 27/07/2019


Jul 20, 2019

Hemofilia

O que é hemofilia???

     É uma doença hereditária ocasionada pela deficiência dos fatores VIII (hemofilia A) ou IX (hemofilia B). Cerca de 85% dos casos A, enquanto 15% B aproximadamente. É quase exclusivamente masculina, pois o gene que codifica esses fatores estão localizados no cromossomo X. Dessa forma, a mulher pode ser portadora ou afetada, entretanto, homens serão sempre afetados.
     A clínica é bem comum entre os dois tipos: hemartroses (sangramentos intra-articulares), hemorragia muscular, comprometimento das articulações podendo posteriormente ocorrer lesões ósseas. Os pacientes sentem dores e dificuldade em realizar movimentos pelo comprometimento das articulações que geralmente são: joelho, cotovelo e tornozelo.
     O diagnóstico laboratorial se faz pela dosagem do nível de fator VIII ou IX circulante no sangue classificando a hemofilia como: grave (>5 a 40%), moderada (1 a 5%) ou leve (< 1%).
     O tratamento se faz com a administração de concentrados do fator deficiente. Em muitos casos, há o desenvolvimento de anticorpos contra o fator exógeno administrado. Chamamos de inibidor de fator VIII ou IX. Tem-se feito estudos para tratar os pacientes que desenvolvem inibidores, para que possam receber o tratamento de forma eficiente.


Segue abaixo alguns links para saber mais sobre a hemofilia:
Nova Forma de Tratar Hemofilia - Paciente com inibidores

World Federation of Hemophilia

ABRAPHEM - Associação Brasileira de Pessoas com Hemofilia


Referências:

Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Especializada. Manual de diagnóstico laboratorial das coagulopatias hereditárias e plaquetopatias / Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Especializada. Coordenação Geral de Sangue e hemoderivados. Brasília : Ministério da Saúde, 2012.



Mar 2, 2019

Doença de Von Willebrand

      Uma família com histórico de sangramentos e que era comum acometer mulheres despertou o interesse de um médico, dr. Erik von Willebrand. Como a maioria sabia, a hemofilia (deficiência de um fator da coagulação, sendo o Fator VIII mais comum) era bastante rara em mulheres e quase que exclusiva em homens. Foi quando descobriu que uma proteína, em ausência ou diminuída, nas pessoas afetadas era a chave para a causa dessa doença. Ele chamou de fator von Willebrand (VWF). Essa proteína é produzida pelas células endoteliais e plaquetas. Auxiliam na adesão das plaquetas ao colágeno exposto no subendotélio lesado e também na agregação plaqueta-plaqueta. Não somente isso, ele também protege o Fator VIII da coagulação, garantindo que o mesmo permaneça por mais tempo na corrente sanguínea pois em sua ausência há uma degradação mais rápida por proteases.
     A doença de von Willebrand (VWD) é a doença hemorrágica hereditária mais comum. Tendo prevalência de quase 1% da população geral e pode ser dividida em três tipos com subtipos. 

     Os tipos 1 e 3 se refere a defeitos na quantidade do VWF, com tipo 1 tendo quantidade parcial do fator enquanto o 3 tem uma  deficiência mais severa, podendo chegar a ausência total. O tipo 2 consta com defeitos qualitativos e pode ser subdivididos nos subtipos 2A,  2B, 2M e 2N.


      Temos os seguintes exames que podem ser solicitados para o diagnóstico da doença:
TS - Tempo de sangramento
VWF:Ag - Dosagem do Fator Von Willebrand Antígeno
VWF:activity - Atividade do Fator Von Willebrand
FVIII:C - Dosagem do Fator VIII
VWF:RCo - Atividade de co-fator de ristocetina
Agregação com ristocetina - Agregação plaquetária usando a Ristocetina como agonista.
VWF:FVIIIB - capacidade de ligação do VWF com o fator VIII
Multímeros - Análises dos multímeros.

     A tabela abaixo descreve os resultados laboratoriais dos tipos da VWD:
Fonte: http://www.fleury.com.br/medicos/educacao-medica/manuais/manual-hematologia/pages/doenca-de-von-willebrand acessado em 02/03/2019
N = valor normal
 = valor abaixo do normal
 = valor acima do normal
ND= não detectável

      Na Federação Mundial de Hemofilia (WFH) você encontrará informações sobre a doença, estatísticas e muito mais. (em inglês)
Página que fala a certa da doença nesse site da WFH.
No site Hemominas

Referências:
Rodeghiero F, Castaman G, Dini E. Epidemiological investigation of the prevalence of von Willebrand's disease. Blood. 1987; 69(2): 454-9.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Especializada.Manual de diagnóstico e tratamento da doença de von Willebrand / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Especializada. – Brasília : Editora do Ministério da Saúde, 2008.
http://www.fleury.com.br/medicos/educacao-medica/manuais/manual-hematologia/pages/doenca-de-von-willebrand acessado em 02/03/2019
Federici AB, Bucciarelli P, Castaman G. et al. Management of inherited von Willebrand disease in Italy: results from the retrospective study on 1234 patients. Semin Thromb Hemost 2011; 37: 511-521.